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Marcha do Orgulho de Lisboa 2008

9ª Marcha do Orgulho LGBT 2008

Data: 28 Junho, Sábado
Hora: 16:00
Local: Principe Real até ao Terreiro do Paço
Marcha do Orgulho LGBT (Lisboa) 2008
Clique para ampliar.
Terça, Maio 28, 2008

 

Marchas do Orgulho 2007 (Lisboa e Porto)
ORGULHO LGBT 2007
Arraial Pride (Lx)
Porto Pride

Participação no Bloque Alternativo (Europride - Madrid)

Quarta, Janeiro 25, 2007

 

Petição por um memorial a Gisberta Salce Júnior na cidade do Porto
DESTAQUE DESTAQUE DESTAQUE DESTAQUE
Petição por um memorial a Gisberta Salce Júnior na cidade do Porto

Colabora, assina e recolhe assinaturas. As folhas assinadas podem ser enviadas até 18 de Junho para:

Petição Gisberta CCGLL - Rua de São Lázaro, 88, 1150-333 Lisboa"

Download da petição: [ficheiro] (Necessita do Acrobat Reader para ler o ficheiro)

Quarta, Janeiro 25, 2007

 

"Gisberta", Pintor Homenageia Gisberta!
"Gisberta"


(clique na imagem para ampliar)

Temos à venda um magnífico quadro a óleo, "Gisberta", executado por uma Pantera do Porto mais dada às artes, Vicente Andréu. O artista pintou a obra em memória de Gisberta Salce Júnior durante uma das intervenções recentes das Panteras sobre o 1º aniversário do crime que a vitimou. O Vicente pintou este quadro como forma de intervenção pública, mas também para que reverta em fundos para a actividade quotidiana das panteras.
Quinta, Janeiro 4, 2007

 

Aborto, Toca a Tod@s!
DESTAQUE DESTAQUE DESTAQUE DESTAQUE
LGBT pela Escolha
Dia 11 de Fevereiro, VOTA SIM

Anualmente 20.000* mulheres portuguesas recorrem ao aborto clandestino. 360.000* mulheres entre os 18 e os 49 anos já o fizeram. Milhares de outras ficaram com sequelas psicológicas e físicas, incluindo a esterilidade permanente.

Todos os anos, milhares de mulheres chegam às urgências dos hospitais com hemorragias, infecções e outras complicações decorrentes de abortos clandestinos. São sobretudo jovens adolescentes ou mulheres desfavorecidas económica e socialmente que não têm os meios para recorrer a um aborto mais seguro feito no estrangeiro. Cada ano, várias mulheres continuam a morrer em Portugal por causa de abortos clandestinos, mas para quem defende o Não, estas vidas não contam.

O aborto clandestino é um grave problema para a saúde pública e a actual Lei penalizadora é incapaz de preveni-lo. Antes o fomenta, ao manter as mulheres que abortam longe do sistema de Saúde, e de um encaminhamento para a contracepção, o planeamento familiar e Educação Sexual, de forma a diminuir os números da gravidez indesejada e da gravidez adolescente. Na clandestinidade, mais de 70%* das mulheres que realizam abortos não recebem hoje qualquer aconselhamento sobre contracepção.

Mesmo quando usados correctamente, todos os métodos contraceptivos são falíveis, pelo que a gravidez indesejada pode acontecer a qualquer casal fértil, por mais informado e consciente. Pode acontecer a tod@s.

Votar SIM é aceitar esta evidência, para mais num país em que a Igreja Católica mantém tanta influência. A mesma Igreja que acusa as mulheres que abortam de quererem utilizar o aborto como método contraceptivo, é a que criminosamente se opõe à totalidade de métodos contraceptivos como o preservativo e a pílula e ao direito a uma sexualidade satisfatória e livre, e não exclusivamente reprodutiva. No entanto, 80%* das mulheres que abortaram só o fizeram uma vez, e muitas já eram ou viriam a ser mães mais tarde.

Votar SIM é acabar com o vexame público dos julgamentos de tantas e tantas mulheres, que os defensores do Não afirmaram em 1998 que nunca iriam ter lugar.

No país do processo Casa Pia e da realidade chocante de abuso, violência e abandono de crianças, os defensores do Não querem obrigar as mulheres a ser mães, impedindo-as de escolher se e quando fazê-lo, como se o primeiro direito de uma criança não fosse o direito a ser desejada e a maternidade não devesse ser uma escolha consciente e responsável. Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgéneros pela Escolha O Aborto toca a tod@s
Quem defende o Não, argumenta com a defesa de um feto, mas lava as mãos dos direitos das crianças após o seu nascimento.

De César das Neves a Gentil Martins, reconhecemos agora a cada dia, nas fileiras do Não, os promotores mais acérrimos da LesBiGayTransfobia e os que mais se têm oposto ao fim da discriminação da comunidade LGBT em questões como a do acesso ao casamento, regulamentação das Uniões de Facto, adopção ou Reprodução Medicamente Assistida para mulheres lésbicas, negando que também muitas pessoas LGBT têm filhos, filhas e famílias, e que uma mulher, independentemente da orientação sexual, pode decidir por si sobre a sua própria maternidade.

O conservadorismo que não permite à mulher decidir como e quando ser mãe, é o mesmo que não reconhece o direito de Lésbicas, Gays e Bissexuais a escolherem como e quem decidem amar, assim como não reconhece às pessoas Transgénero (nem às mulheres em geral) o direito a dispor do seu próprio corpo. É o mesmo conservadorismo que discrimina e despreza todas as formas de sexualidade para além da heterossexual, em detrimento da liberdade e da celebração da diversidade!

Votar SIM, é contribuir para o reconhecimento da real diversidade dos modelos familiares para além do modelo heterossexual tradicional, é colocar em xeque um bastião das normas machistas que estão também por detrás da LesBiGayTransfobia reinante. Votar SIM, é abrir uma brecha na relação de forças com as correntes conservadoras que obstam ao reconhecimento dos direitos sexuais e reprodutivos em Portugal e ao fim da discriminação das mulheres, bem como da comunidade LGBT.

O conservadorismo que oprime a liberdade de escolha da mulher é o mesmo que não aceita o direito de tod@s @s cidadãos LGBT à felicidade! Votar SIM é abrir caminho para um mundo mais igual, onde tod@s possamos fazer as nossas escolhas em liberdade!

Tod@s temos a responsabilidade de decidir sobre o futuro que desejamos!
Desta vez, cada voto conta!
Por isso, dia 11 de Fevereiro, VAMOS TOD@S VOTAR SIM!

· Clube Safo
· não te prives - Grupo de Defesa dos Direitos Sexuais
· Panteras Rosa – Frente de Combate à LesBiGayTransFobia
· PortugalGay.PT

Download do Comunicado (PDF)
Download do Comunicado de Imprensa - Responsabilidade Parental Janeiro 2007 (PDF)

* Estudo Sobre as Práticas de Aborto em Portugal – Associação para o Planeamento da Família (APF), 2006

Quarta, Janeiro 25, 2007

 

Aborto, Toca a Tod@s!
Lésbicas, gays, bissexuais e transgéneros pela escolha!
Conversa com participação de Clube Safo e Jovens pelo Sim

Quinta, 11 de Janeiro, 21h, na Associação Loucos e Sonhadores
Tv. Conde de Soure, 2 (Bº Alto)
Organização: Panteras Rosa
Quinta, Janeiro 4, 2007

 

Referendo Aborto: 11 de Fevereiro
Já foi divulgada a data para a realização do referendo ao aborto, 11 de Fevereiro é a data onde todos temos de expressar a nossa opinião!

Referendo ao Aborto: 11 de Fevereiro

 

Sábado, Dezembro 22, 2006

 

Referendo Aborto: "Movimento Jovens pelo SIM"
Movimento Jovens Pelo Sim
Folha de recolha de assinaturas para legalização do movimento www.jovenspelosim.org

 

Sexta, Janeiro 5, 2007

 

Referendo Aborto: "Movimento Médicos pela Escolha"
Movimento Médicos Pela Escolha, vota sim no referendo ao aborto.

Instruções para imprimir e iniciar o processo de recolha de assinaturas:
  1. O nome é completo, ou seja, não se pode usar Maria Gonçalves se o nome completo é Maria da Encarnação Teixeira Gonçalve;
  2. A assinatura tem de ser idêntica à que consta no BI, não se pode rubricar se não consta no BI. A maior parte das pessoas assinam da mesma forma que escrevem o nome completo, por isso, perguntem sempre se a assinatura é uma rúbrica, porque se não for fica invalidada.;
  3. Se a pessoa não sabe o número do BI, não poderá assinar e se não está recenseada também não poderá assinar, ressalvem que o recenseamento só poderá ser feito até 60 dias antes da consulta popular;
  4. Quando imprimirem a folha de recolha de assinaturas tenham em conta que é frente e verso, ou seja, na frente está o texto e o espaço para 3 assinaturas e no verso estão os quadradinhos todos para as pessoas assinarem;
  5. Temos de nos certificar que as pessoas não assinaram outro movimento e que não o farão.
  6. NÃO IMPRIMAM NENHUMA FOLHA SEM TEXTO QUE NÃO SÃO ACEITES!
Sábado, Novembro 25, 2006

 

Referendo Aborto: Recolha de 5 mil assinaturas para criação do Movimento Cidadania e Responsabilidade pelo SIM
Folha de recolha de assinaturas - tem de ser impressa frente e verso na mesma folha, e preenchida com nome completo, assinatura conforme o bilhete de identidade e o nº do BI.

Texto de lançamento do movimento e lista de pessoas que aderiram ao movimento, que já tem email:

INFORMAÇÃO PRIORITÁRIA
Segunda, Novembro 13, 2006

 

Acção Urgente Protesto Internacional Contra perseguição anti-gay no Uganda
A situação para a população LGBT no Uganda está a ficar extremamente ameaçadora.
O Red Pepper, jornal local, publicou uma lista de gays no Uganda a 8 de Agosto, a que seguiu uma série de detenções e crimes de ódio. No País, a homossexualidade é ilegal e alvo de punições drásticas. As notícias mais recentes referem gays procurados pelas autoridades e pela população.
Cops hunt for gays
Clique para ampliar.

Aparentemente, o mesmo jornal prepara agora a publicação de uma lista de bisexuais e de lésbicas. Várias organizações internacionais estão a apelar a que se escreva para o editor do mesmo a exigir a não-publicação desses nomes. O endereço do mesmo é rugyendo@mail.redpepper.co.ug. Organizações que pretendam tomar posição podem utilizar a carta de protesto que disponibilizamos.

ACÇÃO IMEDIATA É URGENTE!
Quinta, Setembro 7, 2006

 

Comemorações do Orgulho LGBT 2006
Porto 2008
8 Julho: 1ª Marcha do orgulho LGBT Porto
1ª Marcha do orgulho LGBT Porto
Lisboa 2006
24 Junho: Marcha do Orgulho LGBT Lisboa
Marcha do Orgulho LGBT Lisboa
Quinta, Julho 13, 2006

 

8 JUNHO 2006, protestos nacionais e internacionais contra o Estado Portugues pela ausencia de respostas ao assassinato da transexual Gisberta

Documentário Gisberta

Ler mais...
Quarta, Julho 12, 2006

 

Campanha Nacional na semana de 28 de Junho de 2006
Todos aos bancos de sangue!
O empurrão que falta para acabar de vez com a discriminação!

Cartaz, Campanha de Sangue IPS

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Quarta, Julho 12, 2006

 

Próximos Eventos
Lisboa 2006
Sábado 24 Junho: 15h, Av. de Liberdade
Marcha do Orgulho LGBT 2006
Lisboa 2006
Sábado 24 Junho: 18h - 02h, Praça da Figueira
X Arraial Pride
Lisboa 2006
Quarta 28 Junho: 22h, Espaço KARNART
Estreia Documentário Gisberta-Liberdade
Seguido de debate
Lisboa 2006
Sábado 8 Julho: 15h, Campo 24 de Agosto
Marcha do Orgulho LGBT 2006
Lisboa 2006
Sábado 8 Julho: 22h, Teatro Sá da Bandeira
Porto Pride
Lisboa 2006
Sábado 8 Julho: 21h, Galeria-Bar Santa Clara
Pride Fest
Debate e festa
Quarta, Julho 12, 2006

 

Sexo Lésbico mais seguro

Disponível na secção de "Leituras" um pequeno guia sobre sexo lésbico seguro.

[Vê aqui].

Terça, Abril 11, 2006

 

Vigilia por Gisberta
Vigilia por Gisberta
Terça, Abril 11, 2006

 

Comunicado de Imprensa, Movimento Panteras Rosa
– Frente de Combate à LesBiGayTransFobia, Associação para o Estudo e Defesa do Direito à Identidade de Género

Provavelmente lançada ainda viva ao fosso. Vítima não apenas de agressão, mas também de sevícias sexuais. A cada dia aumenta a nossa indignação com a forma como o assassinato de Gisberta tem vindo a ser noticiado, comentado e "branqueado". Estranhamos que as televisões, hoje, ignorem a informação chocante revelada pelo JN de hoje: existe uma clara componente sexual neste crime. A vítima ter sido alvo de uma particular forma de tortura, a inserção de objectos no seu anús, é para ignorar?

O padre Lino Maia, presidente da União das IPSS, afirmou ontem que os rapazes teriam "circunstâncias atenuantes", porque um seu colega andaria a ser assediado por um pedófilo. Perante um assassinato, a Igreja tenta culpabilizar a população LGBT, associando-a à pedofilia. Declarações que só reforçam a convicção da motivação discriminatória. Este padre tenta desculpabilizar a instituição que dirige e os jovens à sua guarda: ao dizer que os rapazes fizeram “justiça pelas próprias mãos” por um alegado episódio não-relacionado com a vítima, está precisamente a definir um crime de ódio.

"Como foi possível?", pergunta o jornal Público de ontem. “Como foi possível que ainda não tivesse acontecido?”, respondemos. Ou não conhecemos o sistema de protecção de menores que mais não é que a continuação do abandono e dos maus tratos? Não sabemos da violência da exclusão social e de como é promovida? Não sabemos da discriminação dos sem-abrigo, seropositivos, prostitut@s, homossexuais, ciganos, imigrantes e particularmente trans, que até na comunidade gay são fortissimamente excluíd@s?

No Público lê-se "acção mais inconsciente que premeditada". O que há de inconsciente e não premeditado no insulto transfóbico e na agressão continuadas por quatro dias, no extremar progressivo da violência, na tortura e sevícia sexual? No atirar de um corpo a um poço sem verificar efectivamente se estava com vida?

É vergonhoso que ainda hoje os media desconheçam a diferença entre transexual e travesti, homofobia e transfobia, orientação sexual e identidade de género. Os jornalistas deviam questionar seriamente a sua consciência profissional, os seus próprios preconceitos, a abordagem mediática à questão dos direitos LGBT, com particular incidência sobre a população trans, a mais gozada, desfavorecida, desprotegida e incompreendida no universo mediático e na sociedade.

Parte da comunicação social referiu apenas: "sem-abrigo". Não cabe aos jornalistas - nem a ninguém - decidir se foi a característica "sem-abrigo" – ou outra - o que pesou. Infelizmente, coube ao preconceito. Gisberta acumulava exclusões, nenhuma delas pode ser omitida. Transexual que era, e vítima da transfobia. Muito mais do que enumerá-las todas, omiti-lo é esconder prováveis elementos explicatórios e querer atribuir ao crime, sem informação que o sustente, uma ou outra motivação. É, mesmo que não queira sê-lo, manipulação grosseira e reforço da discriminação.

É escandaloso o silêncio dos partidos e responsáveis políticos, mesmo com o argumento previsível de que não será evidente falar-se em "crime de ódio" com menores envolvidos. A questão não está em criminalizar "crianças" de menor idade. O Estado que assuma as responsabilidades que nunca assumiu sobre as que são "crianças". Que puna quem tem idade para ser responsabilizado. Mas não se confundam "crianças" com "jovens", e, não esquecendo a idade dramática de parte do grupo, não se desculpabilize o crime e o preconceito em si. Os sentimentos que geram o ódio são da responsabilidade dos adultos e de quem dirige o país.

Não nos perguntaremos se as crianças são capazes de odiar. A sociedade portuguesa odeia, e é nela que as crianças crescem. O ódio anti-lgbt e não só, especificamente a transfobia, é um problema social grave que se reproduz entre gerações. A questão só está e só pode estar nas medidas de combate e PREVENÇÃO das discriminações e desigualdades no seu conjunto. No caso LGBT, no reconhecimento de igualdade e legitimação social. Sim, desta vez, foram "jovens". Mas as agressões transfóbicas e homofóbicas em Portugal aumentaram nos últimos dois anos, não foram cometidas por jovens, e a regra tem sido o silêncio e o esquecimento.

E da próxima? Esperaremos por um novo crime de ódio, cometido por adultos, para tomar posição? Para agravar na Lei (não em função da idade) os crimes e as discriminações com base na condição social, estado de saúde, transfobia, homofobia, etc? Para implementar a Educação Sexual nas escolas, educando contra os preconceitos? Para enfrentar o inferno que é o sistema de (des)protecção de menores? Para investir em políticas de igualdade?

DENÚNCIA INTERNACIONAL E APELO À ACÇÃO MUNDIAL SOBRE O SUCEDIDO EM PORTUGAL

Associação at.
Sábado, Fevereiro 25, 2006

Últimas Actualizações:
Flyers - 28/05/2008

Outras notícias:
Despenalização universal da homossexualidade
A petição internacional "pela despenalização universal da homossexualidade" já foi assinada por cinco prémios Nobel, entre eles o escritor português José Saramago e o arcebispo sul-africano Desmond Tutu, Dario Fo, Elfriede Jelinek e Amartya Sen...

25-11-2006 | Ler notícia completa

Mais de 1000 visitas em 2 meses!
E passamos largamente as 1000 visitas desde que o novo site está online! Como factor curioso, temos visitantes de países tão distintos como o Mexico (5), passando por Israel (2) e terminando na Bélgica! Neste momento estamos com uma média de cerca de 700 visitas por mês, o que é bastante positivo.

29-10-2006 | Ver mais

Novos cartazes
Já online, um conjunto de 29 cartazes que seram colados no próximo Fórum Social Português 2006 no fim de semana de 14/15 de Outubro.

31-8-2006 | Ver mais

Panteras Rosa na Wikipedia
Foi grande a surpresa e ainda não sabemos ao certo quem nos colocou na wikipedia, contudo, seria muito interessante continuar a ideia!!

31-8-2006 | Ler Mais

Novo site das Panteras Rosa
De cara lavada com novos conteúdos e mais fácil de usar!
Envia-nos a tua opinião sobre o site, que conteúdos gostarias de ver, etc.

31-8-2006 | Contactos

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